Elson de melo
03 de
novembro de 2017
![]() |
| Quem será? |
É consenso
dentro do PSOL que o partido terá candidatura própria a presidente da República em 2018,
também era consenso o nome do deputado Chico Alencar para concorrer à presidência,
mas ele optou em sair candidato ao senado.
Como o
partido está em regime de Congresso, onde está encerrando nesse final de semana
(05/11) a etapa dos Congressos Estaduais e nos dias 01, 02, 03 de dezembro, será
realizado o 6º Congresso Nacional do PSOL em Luziânia, quando será definido a
nova direção nacional e uma provável pré-candidatura a presidente
da República.
O campo
majoritário que compõem a direção nacional, vai sair mais fortalecido do 6º Congresso
Nacional, no momento, busca uma candidatura com forte identificação popular,
que promova uma interlocução com a sociedade mais propositiva e menos dogmática,
que inspire credibilidade junto ao eleitorado. Para tanto, convidaram o líder dos
sem-teto Guilherme Boulos para ser o candidto, cujo perfil, atende os desafios do partido.
As tendências
internas minoritárias, tentam forçar um debate em função de nomes, para, com
isso, tentar desviar as atenções do debate sobre a concepção partidária que
está acontecendo no processo congressual, também, tentam impor uma candidatura
sem expressão popular, muitas das quais desconhecidas dentro do próprio PSOL,
embora, todas sejam excelentes quadros dirigentes, mas sem força eleitoral
suficiente para atender as necessidades do partido que é; a superação da
cláusula de barreira imposta pela legislação.
Embora o
tema “eleição 2018” faça parte da pauta do 6º Congresso Nacional, é pouco provável
que dessa vez, sai um indicativo de nome, isso só será possível, se Boulos
antecipar positivamente a resposta sobre o convite da direção nacional, sem
essa resposta, a decisão, ficará para o Novo Diretório Nacional que
certamente, avaliará com lucidez o cenário político e encaminhará para as bases
do partido, um processo de discussão compatível com a democracia interna e a
vontade da maioria.
É até
relevante a pressa das tendências minoritárias, porém, de difícil aplicação,
uma vez que os debates em torno da pauta do Congresso nacional do partido,
apontam a necessidade de impulsionar as mobilizações por direitos e contra a
votação da reforma previdenciária, além do fortalecimento do partido
organicamente e eleitoral, com menos de um mês para o Congresso é impossível promover um debate mais efetivo sobre um programa compatível com a realidade econômica, social e política do Brasil.
Vamos
aguardar as resoluções que o 6º Congresso Nacional definir.
Elson de
Melo é Secretário de comunicação do PSOL Manaus-AM

Nenhum comentário:
Postar um comentário