“O Lutador Social é aquele que não desanima diante das dificuldades encontradas na construção de um mundo justo, solidário e Feliz!”
sábado, 25 de dezembro de 2010
PARA MEU PAI RAIMUNDO LIMA COM CARINHO
domingo, 12 de dezembro de 2010
Parabéns Para Você - Gilson de Melo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010
A chacina de Santana do Livramento
Governo Dutra e a repressão
A mudança da situação internacional, com a eclosão da chamada guerra fria, teve reflexo na situação política brasileira. Neste período, aumentou a ofensiva conservadora contra o movimento operário e popular, particularmente contra o Partido Comunista.
Em maio de 1947 o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela cassação do registro do PC do Brasil. Três dias depois o governo do general Dutra determinou o encerramento de suas atividades em todo o território nacional. Imediatamente, suas sedes foram invadidas, depredadas e fechadas pela polícia. No início do ano seguinte, em janeiro, o projeto de cassação dos mandatos foi aprovado na Câmara dos Deputados. Os comunistas ainda tentaram fundar um outro partido: o Partido Popular Progressista (PPP), mas ele não teve o seu registro aceito pela justiça eleitoral.
A repressão aos comunistas havia começado algum tempo antes. Já em 1946 a ação truculenta da polícia havia feito a sua primeira vítima fatal, a comunista Zélia Magalhães. Assassinada durante um comício partidário, ainda no período de legalidade. Outras mortes ocorreram nas mesmas condições: repressão violenta contra manifestações políticas e piquetes grevistas.
Foram praticados atos, verdadeiramente, selvagens contra as lideranças comunistas brasileiras. No final de 1948, o vereador e líder dos mineiros de Morro Velho, William Dias Gomes, foi assassinado por capangas de uma mineradora estrangeira. Em setembro de 1949 ocorreu o Massacre de Tupã, onde três comunistas (Pedro Godoi, Afonso Marma e Miguel Rossi) foram brutalmente assassinados pela polícia quando participavam de uma reunião que preparava um encontro de trabalhadores rurais. No primeiro de maio de 1950, ocorreu a chacina na cidade portuária de Rio Grande, na qual foram mortos quatro trabalhadores comunistas: Euclides Pinto, Honório Alves de Couto, Osvaldino Correa e Angelina Gonçalves. Esta última foi executada quando carregava uma bandeira brasileira.
O general-presidente Dutra, em fins de mandato, ainda tomou novas medidas discricionárias, visando restringir ainda mais o espaço político dos comunistas. Estabeleceu um "atestado de ideologia", dado pela polícia política, para os candidatos que desejassem concorrer às eleições. Aproveitando-se disso, foram cassadas as candidaturas de Diógenes Arruda Câmara e Pedro Pomar, dois dos principais dirigentes comunistas brasileiros. Eles haviam sido eleitos em 1947 por outra legenda e, por isso mesmo, foram poupados da cassação dos mandatos.
O agravamento da guerra fria, a ameaça de uma guerra nuclear, o aumento da repressão política e a drástica redução dos espaços institucionais, conduziram os comunistas a posições esquerdistas, que tendiam subestimar a via eleitoral. A discussão sobre a sucessão presidencial começou a ganhar corpo já no final de 1949. O Partido Comunista considerava as divergências surgidas em torno do processo sucessório um simples meio de iludir os trabalhadores e afastá-los da alternativa revolucionária defendida pelos comunistas. O manifesto de Luiz Carlos Prestes, divulgado em agosto de 1950, expressou claramente estas posições.
A Chacina dos 3A
Mesmo em condições bastante adversas, os comunistas ainda buscavam eleger seus candidatos e os lançavam por diversas legendas. Eram os chamados “candidatos de Prestes” ou os candidatos da “Frente de Libertação Nacional”. Como era de esperar, a reação procurou dificultar ao máximo sua ação de propaganda eleitoral.
Os comunistas da cidade gaúcha de Santana do Livramento estavam animados com a campanha dos candidatos populares. Eles já tinham dois vereadores na cidade, Lúcio Soares Neto e Sólon Pereira, que haviam sido eleitos pelo Partido Social Trabalhista em 1947.
Os militantes comunistas de Livramento se destacavam pelas pichações que realizavam. Este era o principal meio de divulgação das candidaturas naquela época. No entanto, discricionariamente, as autoridades locais proibiram tal prática de propaganda.
Dentro do espírito radicalizado do “Manifesto de Agosto”, recusando-se a se submeterem à determinação da polícia, os comunistas prepararam-se para realizar novas ações, imprimindo nos muros as palavras de ordem do Partido Comunista do Brasil. Até que no dia 24 de setembro, no Largo Internacional, um destes grupos de pichadores foi surpreendido pela chegada do delegado Miguel Zacarias, um investigador e três soldados da Polícia Militar.
A presença ostensiva dos homens da repressão não os intimidou. Defendendo os seus direitos constitucionais, continuaram no seu trabalho de propaganda eleitoral. A resposta policial ao desacato foi desencadear uma fuzilaria e o massacre do grupo indefeso. Quatro militantes morreram no conflito. Seus nomes eram: Abdias Rocha, Aladim Rosales, Aristides Correa Leite, Ary Kulmann. Este episódio sangrento ficou conhecido como chacina dos 4 A, devido as iniciais dos nomes das quatro vítimas fatais.
Assim o jornal comunista Voz Operária descreveu s cena: “Eram 22 horas e o povo se apinhava nas ruas daquela cidade. O movimento era intenso (...). Chegou a polícia e deu voz de prisão para Aristides Correia Leite, agente de “A Tribuna” naquela cidade. Ante esta arbitrariedade, Aristides protestou energicamente. Suas palavras, porém, não chegaram sequer ao fim: foi assassinado a tiros (...). Ari Kulman, que estava perto, correu até o local onde se encontrava Aristides. Porém, logo ao dar os primeiros passos, foi ferido e, em seguida, trucidado pelos beleguins. A chacina começava”.
Continuou o artigo: “Aladim Rosales, candidato a deputado federal, operário dos frigoríficos com mais de 25 anos de serviço, líder querido de sua classe, comandante da grande greve que os trabalhadores da Armour realizaram, foi o que tombou em seguida, também atingido pelas costas. Apesar do assalto traiçoeiro e covarde o povo resistiu. Os lideres mais queridos da cidade, que ali estavam, tendo à frente os vereadores de Prestes, Lúcio Soares Neto e Sólon Pereira, lutaram com bravura nunca vista”. Cerca de uma dezena de pessoas ficou ferida, entre elas os dois vereadores comunistas. Várias se refugiaram na vizinha cidade de Rivera, pertencente ao Uruguai, onde foram hospitalizados.
Abdias Rocha havia ingressado no PC do Brasil em 1934. Quando jovem participou da greve dos frigoríficos em solidariedade à revolução russa de 1917. Aristides Correia tinha uma pequena livraria e era responsável pela sucursal do jornal comunista gaúcho “A Tribuna”. Ary Kulman militante desde 1934, havia sido dirigente da Aliança Nacional Libertadora na cidade. Aladim Rosales, dirigente operário, esteve à frente de uma importante greve no frigorífico Armour/Anglo, ocorrida no ano anterior.
Muitos anos mais tarde, Lucio Soares, deu um depoimento no qual afirmou: “Após a chacina, eu chamo aquilo de chacina (...) fiquei foragido em Rivera (no Uruguai) mais ou menos dois ou três anos, sem atravessar para cá, porque se passasse seria preso, então passado esse tempo mais ou menos, eu me apresentei, fui ao quartel e me submeti a um julgamento, o júri se fez e fui absolvido unanimemente.”
A imprensa gaúcha, como ocorreu nos massacres anteriores, tratou de jogar a culpa em cima das próprias vítimas. Elas foram acusadas de terem reagido à bala a intimação policial. Um dos soldados que participou da chacina – e que disse ter recebido ferimento – chegou a ser promovido ao posto de cabo por ato de bravura. O governador do Rio Grande do Sul quando ocorreram os dois massacres de comunistas (o de Rio Grande e o de Santana de Livramento) era Walter Jobim, eleito pelo mesmo Partido de Dutra: o Partido Social Democrata.
Os massacres reforçaram a idéia do voto em branco nas eleições de 1950. No mesmo mês da Chacina de Livramento, Prestes havia lançado uma Carta Aberta na qual apresentava os “candidatos populares” às eleições para deputado e conclamava o voto em branco para presidente, governadores e senadores, com algumas poucas exceções.
O jornal dos comunistas gaúcho, A Tribuna, destacou uma série de depoimentos de populares que apontavam neste sentido. O garçom Wilson da Costa, por exemplo, afirmou: “Votarei em branco para presidente, vice-presidente, governador e senador. Luiz Carlos Prestes acertou muito bem. Não se pode mais votar nesta cambada de sem-vergonhas que fingem serem inimigos, mas se dão as mãos para assassinar e oprimir o povo. O meu voto será para os candidatos indicados pelo Cavaleiro da Esperança”.
O renomado arquiteto gaúcho Demétrio Ribeiro Neto, por sua vez, disse ao mesmo jornal: “O espírito progressista do povo gaúcho rebela-se agora contra a farsa eleitoral da classe dominante. Percebendo a sua incapacidade de manter as massas no estado de atraso em que até agora foram mantidas, a reação lança mão dos meios mais selvagens de repressão contra as forças democráticas, encabeçadas pelo proletariado, como vimos, por ocasião da chacina de Livramento e nas prisões e espancamentos que se sucedem todos os dias. Por isso, o nosso voto – concluo – será um protesto contra o terror fascista, votando tão somente nos candidatos de Prestes”.
Sem dúvida, este foi um grave erro que contribuiu para o agravamento do isolamento dos comunistas.
Eles poderiam muito bem ter apoiado para o senado Alberto Pasqualini, ideólogo do PTB e ativo militante das causas nacionalistas. Ao governo do Estado concorria o petebista Ernesto Dornelles, que havia rompido com Dutra e apoiava a candidatura de Getúlio Vargas à presidência. Os dois trabalhistas acabaram sendo vitoriosos no Rio Grande do Sul. Mas, dentro da lógica comunista, nada havia mudado.
O resultado eleitoral obtido pelo Partido Comunista foi bastante modesto, especialmente, quando comparado aos obtidos em 1945 e 1947. Eles elegeram apenas um deputado federal pelo Distrito Federal, o sindicalista Roberto Morena. Em Pernambuco, conseguiram eleger um deputado estadual: Paulo Cavalcante. O primeiro se elegeu pelo Partido Republicano Trabalhista (PRT) e o segundo pelo Partido Social Democrata (PSD), o mesmo do presidente Dutra. A sua maior vitória, no entanto, ficou por conta da eleição de 4 vereadores na Câmara do Rio de Janeiro.
Na cidade de São Paulo, também elegeram 4 vereadores, que foram cassados e não puderam tomar posse. Neste mesmo estado, por pressão do governo federal e estadual, a direção do Partido Social Trabalhista (PST) expurgou todos os possíveis comunistas da lista de candidatos.
Vargas, por sua vez, teve uma vitória expressiva, ficando com cerca de 50% dos votos. Esta representou uma derrota à política entreguista e anti-popular aplicada pelo general Dutra. Sem entender plenamente isso, os comunistas afirmavam: “Mesmo aquela parcela das massas que votou em Getúlio, na verdade quis votar contra a fome e pela justiça social, contra a guerra e pela paz, contra o imperialismo e pela democracia (...). A votação dada a Getúlio deve-se principalmente ao fato de que ele se apresentou como candidato de oposição ao governo ditatorial de Dutra, ocultando o caráter reacionário de sua candidatura com a máscara de uma descarada demagogia social e antiimperialista e das mais cínicas promessas”.
Os comunistas estavam certos em relação ao conteúdo do voto popular dado a Getúlio. Contudo, mas não conseguiram compreender as reais diferenças existentes entre o projeto político representado pelo governo Dutra e o futuro governo “trabalhista” de Vargas. Os dois, para eles, não passavam de “governos de traição nacional, instrumentos servis nas mãos do imperialismo norte-americano”. Isso só mudaria em agosto de 1954, quando da tentativa de golpe militar e o suicídio do presidente da República. A partir de então, se estabeleceu uma aliança política entre comunistas, trabalhistas e outras forças nacionalistas e populares.
A guisa de conclusão
Não sabemos exatamente o número de comunistas assassinados durante o governo Dutra (1945-1950). Possivelmente, tenha passado de quatro dezenas. A maioria morreu em choques diretos com forças repressivas. As prisões atingiram vários milhares de pessoas. Números bastante elevados para um regime que era considerado liberal-democrático.
Poderíamos, pelo contrário, definir o governo do general Dutra como uma semi-ditadura. Este fato, inconteste, foi subestimado por vários autores que trataram da história do Partido Comunista neste período. Eles, muitas vezes, tentaram debitar os revezes sofridos pós-1848 apenas à política esquerdista adotada. Falam, inclusive, que houve uma visão exagerada sobre a necessidade da atuação clandestina da direção nacional.
Na verdade, o esquerdismo foi uma resposta, inadequada, à crescente repressão governamental e às ameaças reais de uma nova guerra mundial envolvendo o campo socialista e o campo imperialista. Portanto, foi a duríssima repressão anti-socialista a principal causa das dificuldades políticas vividas pelo Partido Comunista do Brasil naquele período. Repressão que diminuiu significativamente durante o segundo governo Vargas, mas, de forma alguma foi eliminada. Os comunistas continuaram sendo presos, espancados e, ocasionalmente, mortos.
Em homenagem aos comunistas que tombaram em Livramento, Lila Ripoll escreveu o poema Elegia, publicado no livro Novos Poemas de 1951.
Os homens tombaram,
tombaram sem medo,
singelos,
heróicos,
severos e graves,
à luz do luar.
No rosto de espanto
brilhava a certeza,
o porte estendido,
calado, eloqüente,
vivia uma história,
mas não familiar.
A noite sangrenta
caiu demorada.
O sangue brotava
dos corpos, das almas,
da terra ofendida,
dos altos gemidos.
E os homens tombados,
singelos,
heróicos,
severos e graves,
na rua estendidos,
calados estavam,
mas não esquecidos.
Rosales e Kulman,
irmão Aristides,
e tu Abdias,
herói camponês
- de vida singela,
de sonho tão alto –
esperem confiantes
que a aurora desponte
no céu da manhã.
E tu, Livramento,
por quanto choraste?
Que mãos se crisparam
de dor e revolta?
Que vozes se ergueram
na noite passada?
O pranto desborda e
o sangue também.
As rosas vermelhas
se espalham no chão.
Os mortos, os mortos,
tenazes e fortes,
estão relembrando
que há outra alvorada.
No porte estendido,
calado, eloqüente,
os homens tombados,
severos e graves,
apontam caminhos,
desfraldam bandeiras,
nas ruas, nos campos,
nos rios e no mar.
Tombaram sem medo,
singelos,
heróicos,
severos e graves,
à luz do luar.
(Novos poemas, 1951)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
CARTA DE SOLIDARIEDADE A HELOÍSA HELENA

Por: Elson de Melo
Camarada Heloisa
Fiel a sua historia e seus princípios, tendo o Brasil por testemunha, Heloisa Helena preconiza no inicio do Governo Lula, o fim de um projeto de transformação social que por vinte e cinco anos fêz do PT a esperança de um povo. Inquieta com a indicação do então Deputado do PSDB Henrique Meireles para o Presidente do Banco Central do Brasil. A vibrante Senadora que comandará a luta pela cassação de Antonio Carlos Magalhães, Jader Barbalho e Inácio Arruda, passa a comandar a rebelião contra a entrega dos destinos do país aos senhores donos do capital.
Mulher guerreira não se intimidou em votar contra a reforma da Previdência que subtraiu direitos dos Aposentados brasileiros, a resposta da cúpula petista foi à expulsão, tendo como seus algozes Zé Dirceu, Zé Genuíno, Delúbio e Silvinho, todos envolvidos no mensalão do PT e hoje principais cabos eleitorais de Dilma.
O compromisso com a história de seu povo, impõe a guerreira a missão de comandar a criação de um novo Partido que tenha como principio norteador o Socialismo e a Liberdade. Assim nasce o PSOL, Heloisa não vacila, aceita o desafio de apresentar o Partido ao povo brasileiro concorrendo a Presidência da República em 2006.
A tarefa não foi fácil! Porém, sua garra superou as dificuldades e foi a terceira mais votada do Pleito. Diante das constantes ameaças contra sua vida feita pelos jagunços de políticos Alagoanos. Heloisa resolveu concorrer a uma vaga para Câmara Municipal de Maceió em 2008. Foi eleita com mais de trinta e oito mil votos.
Na eleição deste ano, Heloisa tentou retornar ao Senado, enfrentou heroicamente seus inimigos de Alagoas, porém, não teve como enfrentar seus adversários dentro do próprio PSOL. Perseguida pela maioria da Direção Nacional do Partido, que chegaram ao cumulo de afastarem de suas funções de Presidente, foi o golpe mais covarde e certeiro que recebeu nessa campanha, na verdade, esses Dirigentes do PSOL, ofereceram sua cabeça na bandeja para Lula e sua Canalha, que não perderam tempo para transformar esse episódio em fator principal para derrota-lá.
A decisão dessa mesma maioria que Lula Plantou dentro do PSOL, para derrota-lá, que estranhamente foram contra a uma aliança com Marina no primeiro turno, que agora entram com um entusiasmo gigantesco na campanha de Dilma, superior até mesmo o dispensado a campanha de Plínio. Heloisa não suportou. Como qualquer mortal a guerreira tem sangue, dignidade, decência e honra, voltar nessa hora ao colo de Lula e Dilma, é pedir demais para quem foi massacrada pela canalha de Dilma, Lula e Renan Calheiros em Alagoas no primeiro turno.
Heloisa não saiu do PT, foi expulsa! Escorraçada! Esse caminho não tem volta, tem resposta! Daí a reclusão dessa grande mulher para pensar um novo caminho a seguir. Fiel aos seus princípios, Heloisa deixa a Presidência do PSOL que segundo seu comunicado, prefere o papel de simples militante.
Infelizmente a esquerda está cheia de “Cabo Anselmo”, a começar pelo PSOL. Se cristalizarmos as avaliações, chegaremos à conclusão que: foram exatamente os Dirigentes que ingressaram no PSOL após sua criação, oriundos do PT e mais uma meia dúzia de inocentes úteis, que comandaram esse triste episódio contra Heloisa. Cumpriram com maestria sua missão, assim podem comemorar com o Lula “corda solta! Missão cumprida!...” Conseguiram com êxito inviabilizar o retorno de Heloisa Helena ao Senado e conseqüentemente interromper a concretização de uma Liderança autentica dos Socialistas. Feito isso, finalmente podem se deleitarem sob o manto diabólico de Lula apoiando Dilma no segundo turno!...
É triste, mas é pura realidade, essas Lideranças ditas de “esquerda” são cada vez mais afável ao capital e menos solidária aos verdadeiros socialistas. Heloisa é mais uma vitima desses déspotas. Diante de tudo isso, resta aos que como eu, que acreditam na real possibilidade de o povo brasileiro, construir seu próprio destino dentro da lógica do Socialismo, apresentar a essa grande guerreira, nossa solidariedade e, reafirmado o compromisso histórico de juntos com Heloisa Helena, manter viva a luta pela liberdade dos Trabalhadores na direção do Socialismo. Camarada, estamos aguardando sua orientação para uma nova caminhada. Eles jamais conseguirão nos render. Somos indomáveis!
Élson de Melo – Sindicalista
domingo, 5 de setembro de 2010
A CRUCIFICAÇÃO DE HELOÍSA HELENA
Link: http://www.painelnoticias.com.br/painel-politico/a-crucificacao-de-heloisa-helena

Heloísa Helena tem sido alvo preferido de candidatos que disputam com ela uma das duas vagas ao Senado da República pelo Estado de Alagoas, nas eleições deste ano. Antes de a campanha iniciar, a psolista já advertia que seria vítima de uma verdadeira carnificina eleitoral.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
QUEM DIRIA... ATÉ NO PSOL/AM. É ASSIM!!!
Depois de ouvir alguns especialistas em Direito Eleitoral, resolvi vir a publico esclarecer que houve negligencia por parte do Presidente Regional do PSOL Gerson de Medeiros, em relação a não confirmação da candidatura do Senador Evandro Carreira que escolhemos em Convenção para ser o candidato do PSOL/Am. ao Senado da Republica nessa Eleição. Os fatos foram o seguinte: os coordenadores da campanha do Senador e o Presidente Gerson, tomaram ciência da decisão do TER/Am. e não avisaram o candidato a tempo, além de não providenciarem recorrer da decisão, pior, propositalmente deixaram que o prazo encerrasse para só então procurar Evandro para comunicar que o mesmo seria substituído pelo seu Suplente e coordenador da sua campanha, o Professor Marcos Queiroz. Da mesma forma, a maioria dos Membros da Direção Estadual do PSOL/AM. foram pegos de surpresa ao tomarem conhecimento pela imprensa que o novo candidato do partido seria agora o então suplente. De imediato solicitei do Presidente Gerson esclarecimentos sobre o episodio, tendo mesmo apenas respondido que no sábado 28/08/2010 haveria uma reunião na sede do partido para dar esses esclarecimentos, ocorre que não fora indicado o horário e tão pouco se a reunião era da Direção do Partido numa total falta de postura ética e compromisso com a democracia interna do Partido. Como um militante da esquerda socialista e Membro da Direção Estadual, entendo que mesmo havendo a vacância da candidatura, pelo menos a Direção do partido deveria ser convocada para encaminhar a escolha do substituto coisa que desconheço, certamente foi uma decisão monocrática do Presidente. Sendo assim, não vejo legitimidade na candidatura do Professor Queiroz e muito menos transparência nas decisões do Presidente Gerson. É por isso que o partido não consegue melhores resultados nas eleições que participa. Pensei que isso só era possível nos partidos da direita, infelizmente estou constatando no campo mais precioso da luta por: igualdade, ética, transparência, democracia, justiça, solidariedade e liberdade. É o engodo imperando até na ESQUERDA SOCIALISTA!Élson de Melo – Sindicalista e Membro da Direção Estadual do PSOL/AM.
MAIS UMA TRAIÇÃO DO PT, LULA E DILMA A VITIMA DA VEZ É: MARILENE CORRÊA!
Marilene Corrêa da Silva Freitas possui graduação em Serviço Social pela Universidade Federal do Amazonas (1975), mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1989) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1997). Fez Pós Doutorado em Paris/ UNESCO e na Université de Caen France. Foi Secretária de estado de Ciência e Tecnologia de 2003 a maio de 2007. No mesmo período foi Vice-presidente regional norte do Forum Nacional de Secretários de C&YI. É Reitora da Universidde Estadual do Amazonas, desde 09 de maio 2007 de onde se afastou para ser candidata ao Senado pelo PT. É Presidente da AFIRSE Brasileira desde setembro de 2007. Membro do Conselho Científico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá do MCT desde 2003 sendo reconduzida por novo mandato até 2010. À Partir de agosto de 2007 é membro do Comitê Nacional do Programa de Iniciação Científica PIBIC/CNPQ. Em 16 de março de 2008 foi empossada no Conselho Científico de Assessoramento para Assuntos Internacionais ao Ministro de Ciência e Tecnologia. Em 20 de novembro de 2009 foi nomeada como membro titular do Fundo Nacional do Meio Ambiente como representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência sendo empossada no dia 10 de dezembro de 2009. É professora e pesquisadora do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Amazonas. Atualmente é professor adjunto1 da Universidade Federal do Amazonas e professor adjunto1 da Universidade Federal do Amazonas. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: amazônia, políticas públicas, teoria sociológica, política científica e desenvolvimento socioeconômico.
Na é justo o que PT, Lula e Dilma, estão fazendo com essa grande referencia intelectual da Amazônia, a imposição do Marketing não pode transfigurar a sua personalidade. Existem formas mais elegante de trabalhar o marketing político de uma Intelectual da envergadura de Marilene Corrêa, querer comparar seu perfil com Lula, Alfredo e Dilma é no mínimo não compreender que apesar de ter nascido em Concórdia no Rio Juruá. Marilene optou pela carreira acadêmica a que fez muito bem. Portanto, são trajetórias muito diferentes que ao tentarem comparar transmite ao eleitor uma grande apelação!
Se o meu conterrâneo Professor Silvério Tundes ainda tivesse entre nós, certamente ele diria: “estão transformando a Marilene no Cabo Pereira, só falta os pulinhos!”. Não restam duvidas que se o Amazonas quiser contribuir com o equilíbrio do País no Senado da Republica, o melhor casal é Marilene Corrêa e Artur Neto.
(*) Élson de Melo é Sindicalista.
domingo, 29 de agosto de 2010
CARTA DOS QUATRO RIOS
Participante do I Encontro dos Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por Grandes Projetos de Infra-Estrutura, nas bacias dos rios da Amazônia: Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu, em Itaituba, oeste do Pará, entre os dias 25 e 27 de agosto de 2010 lançam carta em defesa da vida. AbaixoCarta dos 4 Rios
Nós, povos indígenas, negros e quilombolas, mulheres, homens, jovens de comunidades rurais e urbanas da Amazônia brasileira, participantes do I Encontro dos Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por Grandes Projetos de Infra-Estrutura, nas bacias dos rios da Amazônia: Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu, em Itaituba, oeste do Pará, entre os dias 25 e 27 de agosto de 2010, vimos através desta carta denunciar a todas as pessoas que defendem a Vida que:
Itaituba, PA, Pan Amazônia, 27 de agosto de 2010.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
GRANDES PROJETOS MINERAIS DEIXAM RASTRO DE DESTRUIÇÃO
Pobreza, destruição da natureza e inchaço de população nas cidades são intrínsecas aos empreendimentos de mineração.Por: Marcio Zonta
De: Marabá (PA)
Link: http://www.brasildefato.com.br/
Um estudo realizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (Cepasp) e Movimento Debate e Ação (MDA) mostra a nocividade de projetos de mineração, como o da siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa), para o meio ambiente e para a sociedade.
Raimundo Gomes, uns dos coordenadores do estudo, diz que o desmatamento em grande escala é inevitável. “A floresta é derrubada na área da jazida onde vai ser retirado o minério”, introduz. No entanto, a degradação na natureza se acentua, pois, “mais áreas são desmatadas no entorno para a construção de alojamentos, estradas, linhas de transmissão de energia e pátios de depósitos de minério”.
Segundo o estudo, a poluição é outro agravante. “O ar, a água e o solo são contaminados pelo uso de tóxicos e substâncias utilizada no processo de extração e transformação do minério”, afirma o estudo. Para completar, Gomes alerta que, “como o minério é retirado do subsolo, as áreas são transformadas em enormes crateras, provocando danos ambientais irreparáveis”.
Social
No âmbito social, Gomes diz que os impactos desses empreendimentos contribuem para a desestruturação sócio-econômica. “Com a expectativa da oportunidade de emprego e renda ocorre um grande fluxo migratório, mas, como essas oportunidades são muito limitadas, os que chegam se somam àqueles que já estão desempregados, formando um grande exército reserva de mão-de-obra pronto para ser explorado por outras empresas da região”, explica.
A perda de território também é outro agravante. “Os projetos de mineração vêm de fora para dentro, ou seja, eles chegam sem que os trabalhadores rurais, ribeirinhos e índios tenham condições de optar, sendo na maioria das vezes expulsos de suas terras”, relata Gomes.
Por fim, o aumento das desigualdades. Conforme denuncia o estudo, os projetos minerais geram um pequeno grupo beneficiado de políticos, empresários e comerciantes, muito deles de fora da região. “Em contrapartida, o que se vê é o equivoco e as contradições desses grandes empreendimentos minerais, que saqueiam nossa riqueza e em troca deixa a miséria e a pobreza”, lamenta Gomes.

sábado, 21 de agosto de 2010
PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO ASSINA COMPROMISSO COM A REFORMA AGRÁRIA
O candidato do PSOL se comprometeu a apoiar a proposta que muda o modelo de produção agrícola e limita as propriedades rurais no Brasil em mil hectares.Em Brasília, o candidato do PSOL à presidência, Plínio de Arruda Sampaio, assinou um compromisso com a reforma agrária.
Plínio de Arruda Sampaio se reuniu com representantes de 54 entidades ligadas ao movimento rural. Ele se comprometeu a apoiar a proposta que muda o modelo de produção agrícola e limita as propriedades rurais no Brasil em mil hectares.
Plínio de Arruda Sampaio disse que a reforma agrária seria prioridade em um governo dele e defendeu mais investimentos para a agricultura familiar. Segundo o candidato do PSOL, o país tem que criar condições para levar o pequeno produtor de volta ao campo.
“Aquela pobreza que você encontra na periferia, aquele pobre que está dormindo na rua foi um agricultor expulso do campo e não encontrou lugar na cidade. Então é fundamental fazer a reforma agrária e os grandes brasileiros sempre viram isso”, declarou.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O QUE É PERMACULTURA?
Depois de os candidatos sem projeto protagonizarem o maior vexame na TV, onde mutilaram o bioma amazônico, resolvemos contribuir na construção de suas plataformas de governo, chamando atenção para alguns temas que achamos relevante para efetivar um modelo de tecnologia adequado para nossa Região. Começamos nosso debate pautando a Permacultura como um dos modelos a serem avaliado, para tanto, apresentamos o texto abaixo para conceituar esse sistema, na oportunidade, convidamos os nossos leitores para mandarem suas contribuições. O que é Permacultura? Por: S鲧io Pamplona em PermaculturaToda ética tem a ver com práticas que querem ser eficazes. “A ética da Permacultura serve bem para iluminar nossos esforços diários de trabalho com a natureza a partir de observações prolongadas e cuidadosas, com base nos saberes tradicionais e na ciência moderna, substituindo ações impensadas e imaturas por planejamento consciente”, assevera Bill Mollison. A chave é estabelecer relações harmoniosas entre as pessoas e os elementos da paisagem.
Nós da Rede Permear costumamos dizer que a nossa teia deve alcançar todo permacultor ou grupo de permacultores cujo trabalho tem como princípio de ação a ética da Permacultura. E queremos para esta rede tudo aquilo que um sistema permacultural deve conter: diversidade e abundância de idéias e projetos, cooperação, solidariedade, sinergia, diálogo e amor, muito amor. Por fim, que seja para todos um caminho de transformação.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
PSOL LEVA DILMA E SERRA A NOCAUTE NO HORÁRIO ELEITORAL
Conforme a Folha antecipou, na peça publicitária em que o partido abordou o tema do financiamento público de campanha, dois atores fisicamente semelhantes aos candidatos --embora um pouco mais gordinhos do que os mesmos-- se encontraram em um ringue de boxe. Dilma e Serra se enfrentam em ringue de boxe em programa de TV de Plínio de Arruda

Garoto do PSOL leva Dilma e Serra a nocaute na televisão
No começo da cena, um locutor anuncia: "doações dos banqueiros em 2006: R$ 10,5 milhões". A câmera foca o candidato. A locução é repetida. A câmera, então, foca a candidata --em nenhum momento os nomes de Serra ou de Dilma foram mencionados. Um corte na cena mostra os dois sendo nocauteados, derrotados por um garoto que surge no meio da peça e é apresentado por meio de um trocadilho com uma marca de cartão de crédito: "candidatura feita pelo povo: não tem preço. Tem pessoas que banqueiro ajuda (sic). Para todas as outras, existe o PSOL". Na segunda metade da peça, já fora do ringue, em um estúdio convencional, Plínio expôs suas ideias sobre o financiamento público de campanha. "Se as candidaturas forem financiadas pelas empresas, elas vão cobrar depois. Vão exigir o que deram, e com juros", disse.
domingo, 15 de agosto de 2010
ELEIÇÃO 2010: O DEBATE DOS SEM PROJETO!
"Nossa riqueza não está em Manaus, mas no interior, Manaus já tem a bendita Zona Franca, que não foi presente da “Maldição da Rodela”, mas do General Humberto Castelo Branco. A riqueza do Amazonas está no cultivo das suas várzeas, produzindo culturas de ciclo curto, na criação de peixes em fazendas aquáticas ou gaiolas."
Evandro carreira – em artigo – “A Maldição da Rodela”.
O eleitor que esperava conhecer melhor o projeto dos candidatos ao governo do Estado do Amazonas, certamente não conseguiu aferir no de bate realizado pela TV Rio Negro-Bandeirante na ultima quinta feira 12/08/2010. Como afirmei em outra oportunidade, essa é a eleição dos candidatos sem projeto. Guardada as proporções de quem foi pior, todos foram em média literalmente péssimos!... Pelo desempenho deles no debate, o resultado do pleito pode ser o seguinte: voto em branco 90%, votos nulos 10%, sendo que o índice de abstenções será de aproximadamente 80%. Seria melhor obrigar os partidos substituírem os atuais candidatos!
O candidato a Presidente pelo PSOL Plínio de Arruda Sampaio vem denunciando as desigualdades sociais, econômica e política, faz parte dessa desigualdade os privilégios protagonizado pela grande imprensa e os institutos de pesquisa eleitoreira que estão dando as três candidaturas do capital. O formato dos debates vem a cada ano burocratizando a intervenção dos candidatos e condicionando os temas. Assim, as emissoras dão a entender que existe uma igualdade e uniformidade entre as candidaturas que se apresentam. Dentro dessa estratégica da grande mídia, apenas Plínio vem conseguindo superar essas amarras.
Participaram do debate aqui no Amazonas seis candidatos, sendo dois representantes do Planalto Central, um da Oposição Burguesa e três dos Partidos da Esquerda Socialistas. Não precisa ser cientista político para concluir que os seis fizeram um pacto pela mediocridade. Foi um festival de gagueira e palavras desconectadas dos temas sugeridos, os relatos sobre a realidade amazonense tanto pelos que estão no poder como os que se opõem, passaram longe de qualquer caracterização dos problemas sofridos pelo nosso povo do interior e dos centros urbanos, confundiram sala de aula com escola, escola com navegação e alhos com bugalhos! Não ouvimos uma proposta de combate as desigualdades sociais e econômicas. “Foi sofrível!...” declarou um amigo.
Para simplificar o debate, vamos tratar de sentenciar que ambos são totalmente despreparados para governar o nosso Estado! Exagerei? Claro que não! Ambos concentram seu raio de ação na capital, todos não dominam a vocação socioeconômica do Amazonas, defendem o desenvolvimento sustentável nos termos do capital. São unânimes em transferir para os professores todos os problemas da educação, elegem o salário e a qualificação desses vitimados mestres, como principal instrumento de transformação radical do atual sistema educacional. Não sabem que, educação está relacionada com atenção total a criança, formação de caráter, recreação, esporte, lazer, saúde, cultura, alimentação, pedagogia transformadora e infra-estrutura.
A ortodoxia do capital parece que contaminou os três candidatos socialistas, não responderam temas relevantes sobre tecnologia, biopirataria, educação, logística, além de não provocarem o debate sabre à prosperidade do povo do Amazonas. Esqueceram que na lógica socialista a prioridade é o coletivo onde o todo é mais importante que a parcela. Pautar a BR319 como relevante para nossa população é no mínimo não conhecer a complexidade amazônica, pior ainda, é patrocinar a ganância capitalista quanto apenas o valor monetário das riquezas do nosso Estado. Significa concordar com a degradação da floresta e com a falácia dos tempos da ditadura de Integração Nacional.
Esqueceram que na Amazônia os rios são nossas estradas, que na visão do capital a construção de estradas é apenas grilar terras da União, surrupiar dinheiro publico e engordar os cofres das empreiteiras. Para nós caboclos que aqui habitamos, seja nas margens dos rios ou nas cabeceiras, grotões e centros urbanos o que importa é a melhoria da qualidade de vida é não a panacéia de grandes projetos que servem apenas para vilipendiar nossas esperanças.
Para candidatos como Omar, Alfredo e Hissa, discutir o desenvolvimento para o Amazonas é natural que se apeguem apenas na subjetividade de nome desenvolvimento. Para os socialistas essa palavra significa mais exploração, portanto, temos que propor coisas palpáveis como; aproveitamento das várzeas para produção de alimentos orgânicos, o aprimoramento de tecnologias sociais como o Puxirum para dar eficiência no modo de produção coletivo dos nossos ribeirinhos, a promoção de uma logística que facilite o escoamento da produção para os centros consumidores como forma de aferir preços adequados aos produtores e baratear para o consumidor final. Adotar a Permacultura como modelo de tecnologia adequado para a nossa região. Infelizmente estamos testemunhando mais uma vez uma esquerda dogmática e sem projeto, é por essa incompetência que esse grupo da maldição da rodela parece que vai emplacar mais quatro anos!
Enquanto Plínio de Arruda vem rompendo paradigmas Brasil a fora. Aqui os representantes da esquerda dão um show de despreparo. Porém, como militante dessa esquerda, declaro. “Os interlocutores que se apresentam nesse momento, não refletem o pensamento da maioria dos Lutadores socialistas”. Como já afirmei em outros momentos, faz-se necessário que os partidos da esquerda socialista façam uma autocrítica sobre a forma de construção das suas candidaturas, adotar o principio burguês da disputa interna sem observar o vinculo orgânico com as lutas sociais, fatalmente, resulta em vexames como os que passamos no debate da ultima quinta feira. Com fraternidade.
(*) Élson de Melo é Sindicalista.
E-mail: elsonpmelo@gmail.com
Blog: http://elsondemelo.blogspot.com/
HOJE É O MEU ANIVERSÁRIO
Hoje comemoro os meus 52 anos de idade, mais de meio século de vida, estou muito feliz, primeiro por abraçar meu Pai Sr. Raimundo Lima Pinto, segundo por estar com saúde, terceiro por estar recebendo muitas mensagens dos meus Irmãos, Sobrinhos, Filhos Amigos e até minha Netinha Clara. Espero que a mesma felicidade contagie a todos os amigos, parentes e simpatizantes nosso.
Amanha dia 16 de agosto será o aniversario da minha querida mulher Lene, essa mulher que entrou na minha vida por puro acaso, me deu dois filhos maravilhosos Dhimirson e Alex, o ultimo é o pai da Clara. Por tudo isso, antecipo meus parabéns para essa linda mulher que muito me ajuda na realização dos meus sonhos, assim, desejo a ela muitas felicidades declarando solenemente: “Te Amo!”. Você é mais que uma luz é a estrela que guia os meus caminhos. Muitos beijos meu eterno amor.
Agradeço meus camaradas do PSOL, os Companheiros do Movimento Sindical e os militantes do Movimento SOS Encontro das Águas. Espero que tenhamos bastantes sucessos em nossas caminhadas. Até aqui, a vida tem dedicado a esse cinqüentão muitas oportunidades de poder ajudar na construção de uma sociedade mais justa. Sou apenas um lutador social que acredita na força dos oprimidos para alcançar um mundo de paz, prosperidade e igual para todos.
Obrigado pelos votos de parabéns!
Élson de Melo 52 anos de vida.
Sindicalismo em Tempo de Pandemia Covid-19
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