segunda-feira, 15 de março de 2010

AÇÃO SOCIALISTA OU REPETIÇÃO DE MARX?
DESAFIO LENINISTA AO PSOL EM 2010

Conforme ensinou o mestre Florestan Fernandes, depois de Lênin o marxismo nunca mais foi o mesmo. Avançou bastante. Mesmo com sua densa contribuição teórica - que fez compreender os processos de desenvolvimento desigual, da revolução socialista, as estruturas do Estado ou a expansão do capitalismo agrário - foi no terreno da prática revolucionária que Lênin se revelou fundamental. Atestou pragmaticamente o caráter dialético do marxismo, que antes era apenas previsão analítica. Para isso, mostrou que a fidelidade teórica ao marxismo pode se revelar temporalmente em táticas de ação que não pressuponham a mera repetição mecanicista de Marx e Engels, prática do esquerdismo e do oportunismo. O desafio é encontrar os caminhos adequados, como fez Lênin. Com dificuldade e sabedoria teórica, o PSOL busca na prática os encontrar e tem conseguido com paciência.

A cena política e a esquerda brasileira ganharam um eixo de transformação importante com o surgimento do PSOL. Avançaram. Em escala menor, o PSTU ajudou antes com a ruptura no seu tempo. A repercussão de massas das rupturas do PSOL com o PT foi gerada por uma combinação entre análises teóricas acertadas da conjuntura e ações práticas temporais adequadas, que possibilitaram saltos reais na luta revolucionária do país. Esse acúmulo consolidou a liderança nacional de Heloísa Helena, que ficou atrás apenas de Lula e do PSDB na reeleição do filho do Brasil. Se pensarmos o músculo separado de seus efeitos, então o negamos – o que mesmo Nietzshe disse. De que nos vale repetir Marx se não conseguimos aplicar a teoria e incidir na realidade?
Acertos políticos táticos e teóricos possibilitaram ao PSOL ser hoje o único setor da esquerda socialista revolucionária com representação parlamentar nacional, estadual e municipal na democracia burguesa brasileira, combinada com presença significativa nos movimentos sociais, sindicais, rurais e populares, além da intelectualidade, movimentos estudantil e cultural, vanguardas e setores médios da sociedade. Sem capitular nem pelegar. São elos de intervenção da mesma política socialista revolucionária que se entrelaçam no jovem e forte PSOL nos 27 estados e distrito federal do Brasil. A política defendida por Martiniano Cavalcante representa bem essa característica de construção coletiva prática e de diálogo do PSOL no Brasil, representada nos quatro maiores setores da direção nacional.
O PSOL é um partido de esquerda respeitado e reconhecido na sociedade brasileira pela ética, seriedade e coerência, que dialoga com diversos setores, não apenas com parcelas deles. Com Heloísa Helena no senado federal em 2010, o PSOL terá sua líder nacional de volta ao centro do debate nacional novamente, uma figura de massas com peso popular no Brasil maior que Ciro Gomes, Aécio Neves e Marina Silva. Será um trunfo de ouro para o PSOL no Brasil ter Heloísa novamente no Senado por oito anos. É fundamental ao PSOL
que seu candidato a presidente da República tenha compromisso, responsabilidade e total harmonia com esse acúmulo de capital do partido no país, que representa o sentimento implícito da ampla maioria da direção e da base do partido.
Essa busca de novos caminhos que a tática leninista e a direção do PSOL possibilitam é bastante perigosa, é certo. São caminhos complexos, inovadores e impostos pela dinâmica conjuntural, porém respaldados teoricamente. São também bastante tentadores para os que não possuem firmeza revolucionária. Corre-se até mesmo o risco de dançar o boi-bumbá maranhense, como disse Babá em artigo recente ao se referir a tentativa correta de atrair Marina Silva à estrada dos socialistas. A imensa maioria da esquerda acaba dançando mesmo – vide o stalinismo. Todavia, o PSOL não corre e jamais correu esse risco, fruto do equilíbrio de sua direção. Isso faz a unidade e o partido forte.
Esse ponto concreto da armação política do PSOL para 2010 não pode deixar dúvidas em ninguém – o que Babá, e Plínio por tabela, por fim disseminam. Está claro que a correta resolução desse conflito analítico é capaz de esclarecer as diferenças entre, de um lado, repetições mecanicistas atemporais e oportunistas de Marx e, de outro, exercícios analíticos dialéticos concretos de táticas marxistas leninistas reais e contemporâneas. A habilidade de conduzir esse conjunto de complexidades táticas e teóricas permite uma intervenção nacional e fornece a capilaridade política e social que faz do PSOL um partido respeitado em todo o Brasil. A ampla maioria da direção e da base do PSOL, que aprovaram o início e o fim do diálogo com Marina e a aproximação eleitoral com o PV no RS e com o PSB no AP, demonstram possuir essa compreensão de alguma forma. Martiniano é o único dos três comprometido com essa lógica.

Antes de analisar o movimento tático do PSOL para 2010 é necessário termos os dados reais. Para isso, devemos ter acordo quanto à realidade: primeiramente, a tática de abrir diálogo com Marina foi decidida por voto de cerca de 80% dos membros da Executiva Nacional do PSOL, jamais uma tentativa de “um setor da direção” ou iniciativa isolada de Heloísa Helena, como disse Babá no artigo “PSOL rejeita ser tripa do Boi-Bumbá maranhense”. Essa informação é chave para o debate. Os setores partidários de Plínio e Babá estiveram entre os 20% restantes.
Com relação ao artigo de Babá, o segundo fato real é que a decisão unânime da Executiva em encerrar o diálogo com Marina foi proposta e fruto de análises dos mesmos setores que formularam a tática de aproximação com Marina (MES, MTL/Poder Popular, APS, ENLACE e independentes). Foi motivada pela relação estabelecida com a senadora acreana no processo de diálogo e pela aliança desenhada pelo PV no RJ, ou seja, jamais a “militância do PSOL” impôs nenhuma “derrota sumária” à tática eleitoral de “parte da direção”, como disse Babá, mesmo porque ainda não existiu tal fórum partidário - ocorrerá em abril. O fato simples e real é que a mesma direção nacional do PSOL que definiu pela tática de conversar com Marina foi a própria que decidiu encerrar o diálogo, ambos movimentos motivados pelo mesmo raciocínio analítico tático, que talvez tenha sido um típico movimento leninista.
Parece claro que a candidatura com o perfil que melhor representa esse raciocínio maduro da imensa maioria do PSOL é Martiniano Cavalcante, visto que, a unidade política e a proximidade analítica entre Babá e Plínio demonstram que ambos estão localizados em outro patamar de compreensão e amadurecimento político partidário concreto ou subjetivo. Sabemos todos que Lênin alertou para o esquerdismo, nossa doença infantil congênita. Também nos chamou atenção ao oportunismo.

O PSOL é um partido socialista responsável e coerente. A tática de aproximação com Marina e a imposição dos limites no diálogo, conduzidos conjuntamente por MES, MTL, APS, ENLACE e Independentes na Executiva Nacional, deixam isso evidente. Essa realidade destoa da tentativa de consolidar uma idéia diferente desse processo, através do discurso comum das pré candidaturas Plínio e Babá, o que é admitido por este em seu artigo. Isso embola todo o meio campo. Por outro lado, Martiniano joga livre pelas pontas e é o candidato que possui compromisso com a construção coletiva das táticas e com a unidade e coerência do conjunto do PSOL. Apesar de possuir características completamente distintas entre si, a unidade política e eleitoral do PSOL com o PV em Porto Alegre e a aliança eleitoral com o PSB em Macapá não significaram nenhuma traição, como fazem crer o discurso “radical” de Babá e Plínio. Foram positivas e mantiveram a coerência do partido, algo que aparentemente apenas Martiniano compreende.
As análises acertadas que o PSOL vem fazendo no decorrer do período de sua existência tem proporcionado ao partido manter um bom patamar de diálogo com a população, apesar das claras dificuldades em romper a falsa polarização PT/PSDB e o bloqueio da mídia. Martiniano Cavalcante é o candidato capaz de conduzir o PSOL nacionalmente em 2010 com a leveza teórica necessária, a indispensável poesia revolucionária, a exigida coerência tática e a indispensável solidez programática, sem deixar de lado a necessária dureza marxista que a disputa entre as classes sociais exige de um revolucionário num processo eleitoral contra Dilma, Serra e Marina.
A curta história de coerência, a identidade do PSOL, bem como a responsabilidade dos setores que conduzem o partido nos distintos lugares do Brasil e que tem compromisso político com a população, seja no Amapá, no Sul, Rio, Acre, Ceará, Alagoas, São Paulo, Bahia, Rondônia, Minas ou Goiás, indicam que Martiniano Cavalcante é o candidato adequado a Presidente da República em 2010, que fará todos crerem que depois do PSOL a política brasileira nunca mais será a mesma. Avançará.

Kenzo Jucá/ sociólogo; especialista em Desenvolvimento e Direito Ambiental; mestrando em Política e Gestão Ambiental e assessor técnico da Bancada do PSOL na Câmara dos Deputados.

domingo, 14 de março de 2010

EM 2010 O PSOL VEM COM FORÇA MÁXIMA

A eleição que se aproxima o Amazonas terá uma alternativa de poder de verdade. É o PSOL que vai participar com força máxima, colocando a disposição dos eleitores os seus melhores quadros.

Para o Senado apresentamos o maior defensor da Amazônia no cenário político Nacional e Internacional. É Evandro Carreira, o Senador que no período de exceção, enfrentou o governo do General Gaisel, impedindo que o mesmo entregasse a Amazônia empenhora para pagar a divida externa. O Senador vem com o seu Recado Amazônico, preconizando que a Amazônia pode alimentar o mundo com proteína – é a grande Usina de Alimentos, cujo principal motor é as várzeas da nossa Região.

Para a Câmara Federal contamos com os Professores Aloísio Nogueira, Jacó Paiva, Marcos Queiroz, Fernando Lobato e Luis Sena Servidor da UFAM. Pela trajetória de luta, pelo compromisso ético e social desses camaradas não tenho dúvidas que os Amazonenses terão a oportunidade de votar em pessoas que podem garantir as transformações que o Amazonas tanto precisa.

Vamos apresentar grandes lutadores sociais para garantir uma bancada classista na Assembléia Legislativa do Estado. Comporemos uma chapa com: Abel Aves ex-Deputado Estadual e ex-Vice Prefeito de Tefé, Afonso Rufino Presidente reeleito do SINTECTE, os Professores Ricardo Bessa, ex-candidato a Prefeito de Manaus, Gerson Medeiros atual Presidente Estadual do Partido, João Batista, Gevaldo Silva, Vereador Denis de Atalaia do Norte, Jacó Fernandes Policial Militar e Jetro Xavier Bancário.

Para Governo possivelmente teremos uma Mulher como Candidata, trata-se da Pedagoga Ana Grijó, Mestra que coordena o Núcleo de Educação Popular – NEP da UFAM. Grijó tem uma intensa luta no movimento popular na Associação dos Moradores de São Lazaro e na Igreja Católica.

Não temos dúvidas que nossos adversários irão fazer um verdadeiro derrame de dinheiro nessa eleição, contudo, nosso propósito é nos apresentar como alternativa de poder local, somos um Partido que tem um projeto estratégico de Nação dentro dessa estratégia, não tememos as possíveis limitações que a mídia tradicional pode nos impor, impedindo-nos de participar dos debates. Sobre isso, a vantagem é nossa, como já afirmei acima temos um projeto de Nação, queiram eles ou não, cedo ou tarde, vamos governar o Brasil e esse Estado! Dizem que querer é poder:

NÓS QUEREMO!...
NÓS VENCEREMOS!...

Elson de Melo – Presidente do PSOL/Manaus

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A CUMPLICIDADE DE LULA E O LIDER DO MENSALÃO ZÉ DIRCEU

Quando Lula foi eleito em 2002 para o seu primeiro mandato na Presidência da Republica, um outro militante histórico do PT despontava no cenário político Nacional. Trata-se do Deputado José Genoino, embora derrotado ao Governo de São Paulo no segundo turno das eleições o velho guerrilheiro empolgou toda a militância de Norte a Sul e Leste a Oeste do País. Pelo seu brilhantismo como parlamentar, pelo carisma natural. Genoino era o sucessor natural de Lula nas Eleições que se aproxima.

Acontece que não foi só este humilde observador que constatou essa possibilidade. O então Presidente do PT José Dirceu também percebeu! Logo se apressa a engendrar uma forma de brecar a ascensão de Genoino, passando por cima de todos os Vices Presidentes do PT impôs ao Diretório o novo Presidente do Partido e o escolhido foi exatamente José Genoino.

José Dirceu não precisava renunciar a Presidência do PT para ser Ministro da Casa Civil de Lula, porém era preciso impedir de alguma forma a legitimação do Velho Guerrilheiro como a grande Liderança emergente dentro do PT e no País. Embora trocasse o Presidente do Partido Dirceu fez questão de manter todos os demais membros da Executiva como Delubio Soares e Silvinho Pereira, estava armada a arapuca. Genoino um homem integro de formação ética não foi capaz de desconfiar e se transformou no inocente útil da Republica do mensalão!

O velho guerrilheiro foi surpreendido quando tomou conhecimento da quantidade de documentos comprometedor que Delubiu e Silvinho sobre a orientação de Dirceu o fizeram assinar sem ler. Pecou por confiar demais. Genoino agüentou aquela humilhação em silêncio e sem ter como reagir. Imagino o seu sofrimento.

Lula foi cúmplice de Dirceu, e agora é refém dessa cumplicidade, se alguém dúvida então vamos aos fatos posteriores a isso: foi Dirceu que escolheu a hora de se demitir do Ministério, foi ele que impôs o nome de Dilma para substitui-lo e foi Dirceu que também impôs ao Presidente Lula a Candidatura de Dilma. O Presidente não teve saída, ignorou seus velhos companheiros que o ajudaram a fundar e construir o PT e passa a render homenagem a uma militante que só veio para PT após sugar toda as energias do PDT gaúcho.

Agora Dirceu vagueia o Brasil a fora impondo negociando condição para formar o palanque de Dilma, oferece proteção a executivos que estão em vias de ser cassados como no caso de Manaus onde segundo as línguas dos políticos baré o ex-Ministro controla as Secretárias do Trabalho e da Fazenda Municipal. Tudo isso com as bênçãos do Presidente Lula. É uma cumplicidade muito estranha, desvende esse segredo que nem o carnavalesco da Tijuca será capaz de revelar.

Elson de Melo – Sindicalista

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A REDUÇÃO DO PREÇO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS


Antes de qualquer juízo cumprimento o Prefeito de Manaus Amazonino Mendes – PTB pelos R$ 0,15 (quinze centavos) de redução no preço das passagens de ônibus. São R$ 108,00 (cento e oito reais) que o usuário deixa de transferir ao ano para o bolso dos empresários de transporte urbano, isso prova que a população vem pagando um preço acima do real valor da passagem de ônibus em Manaus!

Pela declaração do prefeito afirmando que a licitação feita pelo ex-Prefeito Serafim Corrêa - PSB foi direcionada para legitimar as empresas que já detinham a concessão dos transportes de passageiros na cidade de Manaus. Escancarara uma ilegalidade que precisa ser investigada pelo Ministério Público.

O que a população usuária de transporte coletivo espera agora do Prefeito são coisas muito simples que não envolve grandes recursos. Primeiro a devolução das cadeiras que o Vereador Marcelo Ramos junto com o ex-Prefeito Serafim retiraram dos ônibus, segundo a padronização das portas de entrada e saída, que atualmente é uma bagunça, tem ônibus que é pela frente e outros pela porta de atrás.

Em qualquer cidade que o gestor publico tenha o mínimo de respeito com a população, o transporte coletivo é prioridade, portanto o ônibus deve ser confortável. E, conforto significa, pontualidade, limpeza, acento para que transporte à maioria dos usuários sentado coisa que aqui funciona ao contrario, limitação de passageiros por metro quadrado, parada com abrigo a cada quatrocentos metros no mínimo e frota nova.

Outros itens que compõem o conforto do sistema de transporte coletivo de passageiros são: a sinalização tanto nos terminais como identificação clara e vistosa nos painéis de frente e de lado do ônibus informando o itinerário das linhas. Infelizmente em Manaus os terminais não sofrem manutenção desde a sua inauguração, estão parecendo chiqueiros de porcos. Uma vergonha!

Infelizmente os poder publico do município de Manaus colocou na mão dos empresários do sistema de transporte a gestão do sistema de bilhetagem, isso tem possibilitado a manipulação do passe estudantil. Onde os empresários fizeram um derramamento de carteirinhas estudantil e depois orquestraram uma campanha para inviabilizar o beneficio que é pago com o dinheiro dos usuários.

Como o prefeito vai se desincompatibilizar no final de Março para concorrer ao Governo, espero que ainda nesse mês que lhe resta, ele providencie que os empresários substituam os ônibus cacarecos que continuam circulando na cidade. Da mesma forma estabeleça o passe livre para os estudantes. Mostre que a redução da passagem não é apenas um ato eleitoreiro.

Elson de Melo - Sindicalista

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O ESTADO FORTE DE DILMA

O Partido dos Trabalhadores – PT – oficializou no dia 22/02/2010 sabado a candidatura de Dilma Rousseffa presidência da República. Embora a candidata fosse aclamada, ficou claro que os antigos militantes não ficaram tão empolgados com a decisão do Congresso, foi uma candidatura imposta pelo Planalto tendo como protagonista o Presidente Lula, que só tem o apoio incondicional dos atuais cabos eleitorais que estão lotados nos cargos públicos. Foi uma pirotecnia muito estranha, onde até os aplausos parecia serem forçada. Os aplausos eram tão falsos, como a própria candidata!

O eloqüente discurso do Presidente Lula parecia de um candidato de oposição, usou todo tipo de metáfora para justificar a indicação de Dilma, chegou mesmo apelar para condição de mulher da candidata como principal empecilho a sua eleição, logo ele que a pouco tempo tentou execra a Senadora Heloisa Helena dentro do PT. O Presidente poderia inventar outra desculpa, pois após dois mandatos na frente do governo do Brasil nada tem feito de concreto para que a sociedade supere esses tipos de preconceitos. Então porque ele não estendeu a dificuldade também para a candidata Marina Silva? Ou ele acha que somente a Dilma é mulher? Faço neste ato, um desagravo aos homens e mulheres da Nação. Essa acusação não lhes cabe!

Já a candidata tentou ser eloqüente e é ai que está o maior problema, primeiro a cada dia fica mais difícil identificar qual é mesmo a cara da Dilma, hora está loura, hora está mulata, a marca de Botox está por todos os lados da venta, então não é a sociedade que é preconceituosa, mas, a própria candidata!... Vive mudando de mascara, parece que tem preconceito com sua idade e aparência, não aceita sequer sua idade.

Depois de justificar a carona que pretende pegar na popularidade de Lula, fato que justifica sua falta de personalidade e liderança, tentou ser convincente. A candidata destampou a sua caixa de promessas, dentre tantas que sequer buscou implementar como Ministra Coordenadora do governo Lula ela se saio com está! “Fazer do Brasil um Estado forte”. Isso não tenham duvidas é uma promessa muito factível, e, muito preocupante também, é uma proposta totalitária demais para a democracia, principalmente quando o Estado brasileiro que é controlado pelos donos do capital é uma instituição muito autoritária.

O Estado brasileiro é já é hoje muito forte mesmo. É um Estado interventor que controla com mão de ferro a economia, as instituições da sociedade civil e a vida da população, partindo dessa constatação só podemos entender a que o objetivo da candidata está voltado para o modelo estatal que Stálin implantou na Rússia. Vamos apenas espera quando ela vai anunciar quem vai para o paredão! Será a ditadura dos patrões.

Se depender do comportamento autoritário da candidata que o Presidente Lula chama de controladora, não podemos nos iludir. Serão os pobres suas primeiras vitimas, faço esse alerta a todos os Sindicalistas, com Lula não foi fácil impedir a retirada dos direitos trabalhistas contidos na CLT. Se essa tecnocrata for eleita, não tenham duvidas, ela vai impor com seu Estado Forte essas reivindicações dos empresários. É pagar para ver!

Elson de Melo – Sindicalista

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS

Um Lutador Social deve ver o mundo como um ambiente justo. Um lugar onde todos sejam iguais sociais e economicamente. Um local onde a felicidade não seja apenas esperanças, mas, realidade concreta!

Durante toda a minha vida de militante dos Movimentos Sociais e Políticos, oriento minha participação na busca incessante de um mundo igual para todos, onde homens e mulheres cultivem apenas a solidariedade, onde a vida tenha o valor igual, onde ninguém tenha que mendigar o pão, um lar e trabalho.

Faço parte de um grupo de Lutadores Sociais que não desistem dos seus valoras, de seus princípios e de seus sonhos. Lutamos por transformações radicais, pela construção de um mundo novo, de um mundo Livre das imperfeições que o capital submete aos homens e mulheres contemporâneos.

Lutamos por liberdade, por justiça, por igualdade, por prosperidade, por decência, por dignidade, por felicidade para todos! Combatemos no presente o que não queremos para o futuro, abominamos a hipocrisia, a injustiça, a ganância, o imediatismo que o capital faz questão de incutir no consciente popular.

Este blog é um instrumento luta pelos valores socialistas que sempre norteou a minha pratica. Pratica está, que conduzo tendo como principio o pensamento do filosofo chinês Mencius do século IV ªC: “Quando o Céu está prestes a confiar uma grande missão a um homem, primeiro exercita sua mente com o sofrimento, e seus nervos e ossos com a fadiga. Expõe seu corpo à fome e o sujeita à extrema miséria. Confunde suas tarefas. Dessa maneira, estimula seu espírito, fortalece sua natureza e supre suas deficiências”.

Assim nossa missão é Lutar por:
Comida, Paz e Liberdade!

Elson de Melo

Sindicalismo em Tempo de Pandemia Covid-19

12 de julho, 2020 Por: Elson de Melo*   O governo aproveitou a pandemia para sufocar de vez o movimento sindical brasileiro. No dia 1º de ab...