domingo, 11 de abril de 2010

UNANIMIDADE CONTESTADA NO PSOL

Por Roberto Robaiana.

Em vários estados do Brasil o PSOL já escolheu seus pré-candidatos aos governos estaduais. Neste sábado se encerrou o capítulo da escolha do pré-candidato da fórmula presidencial. No Rio de Janeiro se reuniram duas plenárias de delegados que haviam sido eleitos para a Conferência Nacional do PSOL.
A maioria dos delegados se reuniram na sede do Sindicato dos Previdênciários, no bairro da Lapa, juntos com Heloísa Helena, Luciana Genro e 12 presidentes regionais do partido(MG, RS, RJ, GO, PE, RN, para citar alguns) na plenária em que estavam os apoiadores do Martiniano Cavalcanti.

Outra parcela importante de delegados, em ligeira minoria númerica, era composta pelos apoiadores de Plínio de Arruda Sampaio e Babá, cuja plenária denominaram como Conferência e contava com uma forte maioria de delegados eleitos em SP. Mas a escolha do candidato não ocorreu nestas plenárias. O Dirétorio Nacional reunido numa péssima data - 1 de abril - havia já decidido quando num ato arbitrário cassou as delegações do ACRE e o representante de Roraima.

Como a retirada da candidatura de Babá a favor de Plínio era previsível - o que de fato ocorreu - a disputa entre Plínio e Martiniano era cabeça a cabeça. Uma maioria ocasional do Diretório resolveu a disputa a favor de Plínio ao cortar as duas delegações. Assim, Plínio na prática foi escolhido pelo Diretório. Apesar do estatuto do PSOL definir que o candidato do partido deve ser escolhido numa Conferência - e de fato não existiu uma Conferência - Martiniano retirou seu nome da disputa para preservar a unidade do partido à medida que, na ausência de uma verdadeira Conferência, se inviabilizou a possibilidade de alterar a decisão do Diretório em fóruns internos do PSOL antes das eleições. Ao mesmo tempo os apoiadores de Martiniano estão desde ja demandando a realização de um Congresso partidário para renovar a direçao do partido que já nao está em sontonia com a vontade da maioria dos filiados. Nas próximas horas estará sendo divulgado o manifesto da maioria dos delegados que foram eleitos no qual se explica não apenas as razoes da renúncia de Martiniano mas se apresentam as propostas que devem nortear a ação partidária para que o PSOL avance como ferramenta dos trabalhadores e do povo, como instrumento de organização e luta pela melhoria das condições de vida e por um projeto alternativo para o Brasil.

Agora, o desafio do partido é sair com força e energia às ruas e se vincular cada vez mais ao povo, que é o lugar do PSOL. Durante o ano, o desafio eleitoral prioritário será, sem dúvida, eleger Heloísa Helena como senadora pelo Estado de Alagoas (neste caso o voto é o 500. Helçoísa enfrentará a turma de Collor e Renan, apoiador por Lula. Junto com a prioridade da eleição de nossa principal expressão pública, temos a tarefa da reeleição dos deputados federais e estaduais, em seguida a busca de novos mandatos junto com a campanha dos governadores - nós do sul vamos jogar todas a nossas forças em Pedro Ruas) e do presidente .

Em todo o país, de norte a sul, para todos os cargos, o partido irá crescer chamando a população a votar no 50 ( e no 500) e a construir uma alternativa de esquerda e democrática. Com o PSOL mais forte, com Heloísa Helena de volta ao Senado, os filiados e militantes escolherâo soberanente os próximos passos deste partido cuja vocação é ganhar influência junto ao povo como único caminho para mudar o Brasil.

A POMPA DOS TUCANOS

Em uma festa pomposo os tucanos lançaram neste sábado em Brasília a candidatura de José Serra para concorrer a presidência da República. Sintomático foi o corro dos presentes aclamando Aércio Neves para ser companheiro de chapa do ex-Governador de São Paulo. Aércio por sua vez não poupou criticas a ex- Ministra Dilma, pela forma populista que vem impondo na sua campanha, o estopim foi a visita ao túmulo de seu avô Tancredo Neves, também pudera, ela sequer conhecia o velho caudilho! Com o slougam "O Brasil pode ser melhor", Serra finalizou seu discurso que durou uma hora.

PSOL ACLAMA PLÍNIO ARRUDA SAMPAIO CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA


O promotor público aposentado Plínio Arruda Sampaio, 79, foi eleito no final da tarde deste sábado como o pré-candidato do PSOL à Presidência da República nas eleições deste ano. Sampaio recebeu todos os votos dos 89 delegados presentes à 3a Conferência Eleitoral Nacional.

A decisão unânime confirma as expectativas criadas após a declaração de apoio da maioria dos parlamentares do partido à pré-candidatura de Plínio e as manifestações prévias de voto de pelo menos 78 dos 162 delegados eleitos nas conferências estaduais.

O ex-deputado federal Babá, que também concorria à indicação, decidiu, no último momento, retirar sua candidatura e chamou seus apoiadores a votarem em Plínio. Martiniano Cavalcante e os delegados que votariam nele como representante do PSOL não compareceram ao evento e sua candidatura, portanto, foi considerada retirada.

Para Plínio, o debate socialista enfrenta um dos momentos mais difíceis de sua história no Brasil, diante da sacralização da figura de Lula no conjunto da população. “O desafio é criar o consenso entre os excluídos e consciência política para enfrentar o capitalismo”, disse.

Entre os pontos que o PSOL deve defender na campanha, que pretende fazer o contraponto à falsa polarização entre PT e PSDB, estão: o fim do pagamento dos juros e a auditoria da dívida pública; a implementação de um verdadeiro programa de reforma agrária, incorporando o estabelecimento de um limite de 1000 hectares para as propriedades rurais; uma política de reforma urbana que tenha como base a desapropriação dos imóveis desocupados para especulação imobiliária no país; o combate à privatização das florestas, à transposição do Rio São Francisco, à construção da usina de Belo Monte e aos transgênicos; entre outros.

“Esta é uma hora histórica. Somos contra o sistema, queremos transformar a realidade. Este é o nosso desafio nesta campanha: falar a verdade e plantar a semente do socialismo em nossa sociedade”, declarou Plínio.

Em relação às alianças para o processo eleitoral, Plínio defendeu a retomada da frente de esquerda, com PCB e PSTU, repetindo a coligação realizada em 2006.

50 anos de vida pública
Com mais de 50 anos de vida pública, Plínio Arruda Sampaio é bacharel em Direito pela USP e mestre em desenvolvimento econômico internacional pela Universidade de Cornell (EUA). Foi deputado federal por três vezes, tendo relatado o projeto de reforma agrária do governo João Goulart. Com o golpe, engrossou a primeira lista de cassados e foi para o exílio. À época, o cargo de promotor público que exercia desde 1954 também foi cassado – só sendo reconhecido novamente em 1984, quando foi anistiado e aposentado. Foi diretor de programas de desenvolvimento da FAO, órgão da ONU para agricultura e alimentação, trabalhando em todos os países da América Latina e Caribe. Um dos fundadores do PT, deputado federal constituinte e candidato a governador em 1990 e em 2006, já pelo PSOL. Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).

sábado, 10 de abril de 2010

DEPUTADA LUCIANA GENRO E A ÓPERA DE RUA DE JORGE ANTUNES.





Deputada Luciana Genro

Encaminhamos, abaixo, o discurso feito pela Deputada Luciana Genro (PSOL-RS), na sessão de 8 de abril, pela manhã, na Câmara dos Deputados.
Estavam presentes 386 deputados.

Sr. Presidente, Srs. Deputados e Deputadas,

Quero manifestar a minha indignação diante de uma situação absurda que aconteceu aqui em Brasília.
Jorge Antunes, maestro aqui de Brasília, compôs uma ópera de rua, intitulada “Auto do Pesadelo de Dom Bosco”, da qual participam 65 músicos: cantores solistas, orquestra de 12 músicos e coral de 30 membros. Todos os participantes são voluntários, atuando sem cachê.

É uma ópera-bufa, com história passada na Idade Média, em que corruptos são julgados e condenados. O espetáculo critica e ironiza os corruptos dos poderes no DF. Uma bela forma de engajamento cívico de um artista que está sempre atento à realidade do seu povo e da sua cidade. Os nomes dos personagens se referem a deputados distritais envolvidos no esquema de Arruda: Bruxa Ouvides Grito, Monarca Xaró Parruda, etc. Acontece que o norte-americano Ira Levin, que é o regente da Orquestra do Teatro Nacional, é genro de Eurides Brito, caricaturizada na ópera de Antunes como sendo a Bruxa Ouvides Grito.

Para quem não lembra, Eurides é a deputada distrital filmada recebendo propina. Ira Levin, que não manifestou nenhuma indignação diante do escândalo que desmoraliza a nossa capital, não gostou de ver sua sogra ironizada. Ele telefonou para um dos músicos que atuam na ópera de rua, o clarinetista cubano Félix Alonso, lhe fazendo ameaças e coações e dispensando a sua participação na programação da Orquestra em 2010. Indignado, o músico Felix Alonso, que toca com a orquestra brasiliense desde 1997, foi aos jornais.

O caso teve desdobramentos. A imprensa se aprofundou investigando a situação até então pouco conhecida: a de que o Ira Levin é genro de Eurides e que esta tem injetado milhões em uma Associação, para pagar alto salário ao genro.

Então quero deixar registrada a minha solidariedade com o maestro Jorge Antunes e principalmente com o músico Félix Alonso, que está sofrendo uma clara perseguição política. A sociedade brasiliense, que está indignada com a corrupção, também não pode tolerar perseguição àqueles que através do seu trabalho contribuem para denunciar estas mazelas da política.

Muito obrigada.

Acesse:
www.psoldf.org.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

O Jornalista Orlando Farias lança livro “A dança dos botos”


O Jornalista Orlando Farias lança livro “A dança dos botos”

O Jornalista Orlando Farias, editor do Blog da Floresta, lança no próximo sábado, ás 9h na Livraria Valer, o livro “A Dança dos Botos & outros mamíferos”. Em sua obra, o Jornalista faz uma narrativa de fatos que marcaram a política Amazonense desde o maior movimento popular da Amazônia em meados das décadas de trinta e quarenta do século XVIII – A Cabanagem, passando pelo movimento tenentista de 1924 do século XX liderado pelo Tenente Ribeiro Júnior. O livro é rico em informações da nossa história política, registra com precisão as pernadas e rasteiras dadas e sofridas pelos políticos da oligarquia Baré. A maior ênfase fica por conta do período da maldição da rodela – época em que Gilberto Mestrinho e seu grupo, passam a comandar os destinos do Estado do Amazonas. O autor testemunha como reporte os fatos e bastidores dessa trama de rodízio, onde apenas três pessoas ocuparam o governo nos últimos 27 anos.

P.P.S. Agradeço ao autor a dedicação do exemplar da valorosa obra, parabéns.

Élson de Melo – Sindicalista

CONVOCAÇÃO PARA IV JORNADA DE DEBATES

CONVOCAÇÃO PARA IV JORNADA DE DEBATES

Prezado (a) Senhor (a):

O Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores do Estado do Amazonas e Roraima NCST-AM/RR, vem através deste convocar V.Sa. para participar da IV Jornada Nacional de Debates, a realizar-se no dia 08 de Abril de 2010 (Quinta-Feira), a partir das 09h ás 12h, no Auditório do Sindicato da Construção Civil, á Rua São Raimundo, nº. 203, Bairro Santo Antonio (ao lado do Estádio da Colina, entrada pela rua do posto Shell). Manaus – Am, 05 de Abril de 2010. Atenciosamente,


Osmet Duk Filho

Presidente - NCST-AM/RR

segunda-feira, 5 de abril de 2010

PROSPERIDADE AMAZONAS


A prosperidade coletiva dos Amazonenses, é o grande desafio da Esquerda Socialista no Amazonas. Tarefa para a Eleição de outubro de 2010.

UM AMAZONAS DE PROSPERIDADE

Diagnosticar o Amazonas sobre a situação social econômico da população, vai de cara concluir que, todos os planos de governo, seja deste ou daquele governante, não contemplam a prosperidade da população trabalhadora que aqui habitam.

O professor Wallace Meirelles em seu livro Políticas Públicas resultado da sua dissertação de mestrado na Universidade Federal do Amazonas, caracteriza a Amazônia da seguinte forma:

“ – Vigésima parte da superfície terrestre; – quatro décimo da América do Sul; – três quinto do Brasil; – um quinto da disponibilidade de água doce; – um terço das reservas mundiais de florestas latifoliadas; – Maior bacia de água doce do planeta; – Mais de 200 espécies de arvores por hectare; – 3.000 tipos de peixes; – 1.300 espécies de pássaros; – maior fonte natural no mundo para produtos farmacêuticos e bioquímicos; – mais de 20% da biodiversidade da terra; – jazidas de minerais nobres dos mais variados tipos, acumulando recursos da ordem de U$ 1,6 trilhões”.

A construção de um programa de governo socialista democrático e transformador devem ter como base a prosperidade do nosso povo. Não se trata de retórica ou fantasia. A população amazonense precisa compartilhar uma nova forma de governança, isso é um governo da maioria. Nossa principal tarefa nessa obra é refunda nossa cultura, redimensionar a política, pactuar valores éticos, morais e de confiança.

Para efetivarmos esse projeto, o PSOL precisa assumir uma postura de organizador, animador e agitador de um novo projeto de nação e de poder local. Para tanto, todos os militantes e lutadores sociais do partido deve se empenhar em estabelecer uma nova forma de abordagem das demandas sociais e econômicas junto ao proletariado. Assim, conhecer o ambiente interno e externo que envolve o homem amazônico é a melhor maneira de penetrarmos diretamente nas suas expectativas, desejos e esperanças.

A Zona Franca de Manaus é hoje o único modelo de desenvolvimento que o Amazonas cultiva, este ano faz quarenta e três anos de implantação do Distrito industrial, anterior a isso, nossa economia vivia em função do setor primário, com ênfase para o extrativismo. Com o advento do parque industrial, o setor primário foi abandonado e junto com ele a população que sobrevivia do cultivo do Cacau, juta e malva, castanha, mandioca, pesca... Os governos desse período viraram as costas para o interior do Estado.

Quando as linhas de produção começaram a funcionar no Distrito Industrial de Manaus, só restou uma única saída para os filhos dos pequenos produtores, migrarem para a capital em busca do eldorado. Aqui foram submetidos a uma cultura muito diferente das do tempo do jutal, do castanhal, do balatal, do lago de pesca, da roça de mandioca, do seringal, da caça, do bananal, do feijoal, do milharal em fim, do tempo em que ele era muito feliz. O seu meio de transporte deixa de ser a canoa ou igarites, agora só anda de ônibus lotado, o caminho do porto já não existe, agra seu ancoradouro é a sarjeta. Foram obrigados a assumir uma nova identidade, a do trabalhador da indústria de aparafusamento de produtos eletromecânicos.

Esse abandono do interior não foi por acaso, trata-se de uma estratégia do capital para ampliar seu raio de ação em toda a esfera global. Nossa Amazônia não poderia ficar de fora desse contexto, os capitalistas precisavam liberar as terras ocupadas pelos nossos ribeirinhos. Os caboclos não poderiam ser mais os donos do chão onde plantaram seus umbigos, tinham que ser atraídos com o espelho da promessa de emprego (como os sertanistas fazem com os índios para domá-los), para sucumbirem seu sonhos nas favelas da capital.

A historia registra com precisão que, todos os governantes do Estado, sem nenhuma exceção, só se preocuparam em saquear os cofres públicos, isso tem sido a norma que rege o comportamento dos sucessivos governos desde os tempos da Província.

Então como envolver a população na formulação de políticas pública que privilegie a prosperidade coletiva? O Senador Evandro Carreira vem a tempos preconizando que a Amazônia é capaz de alimentar o mundo com proteínas, apresenta como estratégia o aproveitamento do solo das várzeas e a criação de peixe como elemento propulsor dessa vocação econômica.

Hoje o mercado mundial passa por uma das maiores crise de abastecimento de produtos alimentícios, a privatização do processo de produção e comercialização dos gêneros alimentícios compromete a qualidade de vida da humanidade em todo o mundo. Isso vem impondo a humanidade o consumo de alimentos modificados em laboratórios. Os transgênicos. O uso de pesticida e outros produtos químicos para corrigir solo e eliminar pestes, são fatores de preocupação ecológica e da própria vida!

Dessa forma, somente um programa de governo, voltado para a prosperidade coletiva do nosso povo, será capaz de mobilizar o proletariado Amazonense, agitando com firmeza a bandeira da qualidade de vida, questão central do combate às mazelas sociais como violência, desnutrição, prostituição... Como verberou o Senador Evandro Carreira em pronunciamento da tribuna do Senado em 1º de Abril de 1980:

“O problema hoje é produzir qualidade de vida, porque ela é que está em crise, a falta de qualidade de vida está desintegrando moralmente a sociedade brasileira, e está transformando cada habitante da favela numa verdadeira bomba atômica social. É o jovem favelado de 19 anos que diz na cara do inquiridor social: eu prefiro a metralha da policia a viver 50 anos com o salário mínimo de fome. Este moço é apenas um frustrado, um recalcado, um sofrido. Marginalizado por quê? Porque não tem qualidade de vida.”

Assim nosso programa tem como base prioritária, transformar o Amazonas no maior produtor de alimentos orgânicos seja de origem vegetal como animal. Vamos potencializar com tecnologia e logística a produção de alimentos vegetal nas várzeas. A pesca da mesma forma, será nosso grande trunfo diante das demandas mundial de proteína, vamos agregar valor através de tecnologia de manejo, valorizando toda a variedade de peixe que se reproduzem naturalmente em nossos lagos que surpreende a própria ciência. Compondo essa rede de produção de proteínas está a piscicultura e aqüicultura.

Somente os partidos verdadeiramente socialistas podem vislumbrar essa ousadia. E, somente a disposição de todos nós lutadores sociais, será capaz de arregimentar forças para disseminar nas mentes e corações da população amazonense essa idéia, essa boa nova. A prosperidade coletiva dos até hoje desafortunados.

O PSOL neste momento reúne as condições necessárias para arregimentar os camaradas da esquerda socialista amazonense, representados no PCB, PSTU, PPS e os que ainda não se definiram por nenhuma dessas siglas, mas, acreditam na transformação social, cultural e política que o povo precisa fazer. Assim tomo a liberdade de convidar além dos já citados Partidos e Instituições, mas de modo especial todos os homens e mulheres que habitam neste Estado, a somar forças e dedicação rumo ao caminho da PROSPERIDADE.

Manaus, 05 de abril de 2010.
Élson de Melo – Sindicalista

Sindicalismo em Tempo de Pandemia Covid-19

12 de julho, 2020 Por: Elson de Melo*   O governo aproveitou a pandemia para sufocar de vez o movimento sindical brasileiro. No dia 1º de ab...